Arquivo de Março de 2007

recepa cool=juliane rojas

tem gente que acha a corporação fantástica um lugar diferente pra, e de, trabalhar. que acha a corporação fantástica criativa, moderna, mucho louca, etc. eu já ouvi gente dizendo que se inspirou na corporação fantástica pra fazer isto ou aquilo. na verdade eu tenho, com muita humildade, que concordar com a galera. olhem o video, mucho louco, que a nossa recepcionista/trafego fez em homenagem a corporação fantástica antes de ir embora pra novas aventuras profissionais… e você vai entender.
me diga um outro lugar que uma recepcionista faria um presente neste estilo, tosco e criativo, pra presente de despedida pros seus ” patrões “.

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Camuflagem de Páscoa!

Os amigos da Candyland Comics… tiveram uma tirada genial para páscoa. Em parceria com a Cuore di Cacao, a melhor chocolateria da cidade, fizeram uma série de “coelhinhos” de chocolate um pouco diferentes. Na verdade estes supostos coelinhos são outros animais, todos normalmente excluidos do evento pascoal, disfarçados de coelhos de páscoa… Tem elefante, sapo, gato e até ornitorrinco.

Maiores informações: (41) 3014-4010

À venda na Cuore di Cacao, no Lucca Café (Juvevê) *ainda a confirmar e, claro, na Candyland Comics.
pascoa display - pascoa display
nota - nota

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Minha amada Curitiba.

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Na feira do Alto da Glória tem pastel igual o de São Paulo e mesinhas para
sentar que lá não tem. Nos parques tem carpas cinzas e laranjas mas no
mercado municipal tem carpas douradas. O efeito estufa pode ser mal para a
calota polar mas para Curitiba o inverno está demorando a chegar. No bosque
de Papa, eu gosto de entrar pelo fundos e ir pela floresta até a vila do
Asterix. Dentro do Olho eu gosto de viajar pelo no espaço sideral. Eu já vi
um elefante pastando ao lado do Guaíra. Na praça Ouvidor Pardinho tem um
trator amarelo como o submarino dos Beatles. Em torno do HC tem gente de
mascara voltando a respirar aliviada. Na velha Casa do Estudante tem trafego
de idéias novas. No zoológico tem girafas, leão, tamandua, povão que não
custam nada visitar.No Gato Preto tem moças boa de papo. No Jardim Social
tem casas duras e muradas que escondem casinhas nas árvores. Jogam xadrez,
pão e prosa no Passeio Público. Na rua São Francisco tem um estátua de Don
Quixote. Em maio, num canto do passeio público tem um teletransporte para
Paris. No fundo do sêbo São João tem um portal para qualquer dimensão. Nas
lojas de móveis usados do rua Rio Branco tem maquinas do tempo e uma
portinha chamada Ebenezer. No centro sempre vejo uma bonitona refletida na
vitrine, um poster polonês e uma dona gritando “ coelho, 36”. No poste da
esquina, tem um cartazinho feito a mão por uma criança com a foto de um
cãozinho simpático e título “achou-se!”.A prefeitura disse que sua maior
obra é realizar sonhos. Já vi um travesti síndico e uma madame dar um
casacão italiano para um mendigo nacional. Tem um cara que pedala de sunga e
um padrinho de casamento que diz que o filme Trainspotting foi inspirado na
vida dele. Tem um poeta que virou professor da Federal. Tem uma flautista
que ensina design. E um menino me disse que tem um tubarão embaixo do
aquário municipal. O trem buzina cedo mas acordo com o zumbido da roçadeira.
O ar é bom e a qualidade de vida respirável. Tem mais gente disposta a
pintar a fachada que pixadores. Tem coxa brancas e mas também tem
atleticanos. Tem taxista carioca. Padeiro paulista. Oculista francês. Tem
filha de puta solto e filho de puta adotado. Pela janela, os gatos passeiam
pelos telhados, passarinhos cantam e pela casa crianças brincam de quadrilha
. Uma vez perdi os documentos e um sujeito me devolveu. Numa copa da mundo
levei um moça para jantar em Santa Felicidade e nunca mais torcemos
sozinhos.No quintal do Pantagruael é bom de comer risoto . No Jokers é bom
beber Guiness. Na portas da catredral dá para chorar de madrugada. Já
sobrevive em outras cidades, agora vivo aqui. Visto camisa floridas no
inverno e o Havai não é longe. Às vezes malho as pessoas da Curitiba mas
também aprendi separar meu lixo. Plantei girassóis no horizonte e meu filho
é curitibano. No Alto da Glória tenho um lar. Na minha amada Curitiba, meu
lugar.

Jonhy Pinguela.

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“RoofSex” by PES

Pessoal da PES. Stop motion de verdade… Cada vez melhores.

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“STYLE ICON AWARDS”

style icon - style icon
Não quero parecer amargo ou mesmo despeitado, mas tem certas unanimidades que me incomodam.
Eu sei que assim como Vera Loyola, Madonna veio do nada e batalhou muito para ser essa bem sucedida empresária de hoje. É engajada no mundo da moda fazendo recentemente o lançamento de sua linha de roupas e acessórios “M” by Madonna da rede H&M, toda desenhada por ela.
E não pára por aí, Madonna é capa da edição de abril da revista ELLE inglesa que comemora nesta edição o título de “STYLE ICON AWARDS”, dado a ela pelos editores da publicação.
Viu!? É unânime.
Tudo bem Madonna é “cool” e tem um maridinho “cool”, mas e daí? Só por isso tenho que achar suas músicas boas???
Li esses dias uma entrevista onde ela dizia que: “Um dos maiores problemas do momento é o lixo nuclear. Estou envolvida com um grupo de cientistas para encontrar uma forma de neutralizar a radiação”; embora segundo Nick Evans (químico ambiental da Universidade Loughborough): “A radioatividade não é neutralizada. Só pode ser movida de um lugar para outro até que o nível de radiação caia. Isso leva até bilhões de anos”.
Bom, a mina era a “Material Girl” e hoje faz yoga!!!
Com todo o respeito, mesmo cantando melhor e trabalhando com bons profissionais, na boa, como diria meu grande amigo Nica: “Nesta vida tudo é metade sexo e metade business

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Coceis! – Gênesis 1, 23.

macunaima 98459 - macunaima 98459

Coce, antes que outro coce no seu lugar – provérbio chinês do século III

Bem-aventurados os que coçam – frase que Cristo poderia ter dito no Sermão da Montanha

To scratch or not scratch, that’s the question – frase atribuída ao vizinho de Shakespeare, enquanto este escrevia Hamlet.

Todo o homem tem o direito de se coçar livremente em qualquer circunstância – item excluído da Declaração dos Direito do Homem.

Ai, que preguiça – Macunaíma, se coçando…

Meu querido diário, porque ele se coça na minha frente? Será que todos os homens são assim? – do diário de uma adolescente apaixonada.

Eu gosto de calça com bolsos largos – frase clássica de homem que cultiva o hábito…

Ah, moreco… Dá uma coçadinha pra mim… – diálogo matinal de um casal feliz

Ai, André, que coisa nojenta!- diálogo matinal da maioria dos casais

O alargamento do sentido do coçar-se ao sol e do lançar-se pelas veredas… – caderno de anotações de Guimarães Rosa.

Nossa, ela não reclamaria… – de um rapaz assistindo filme com a Scarllet Johansson.

Ele não deve fazer estas coisas nojentas… – de uma moça, no cinema, vendo o Leonardo DiCaprio.

Mas, se ele fizesse, tudo bem… – da mesma moça, à medida que o filme passa.

Eu cossara, tu cossaras, ele cossara, nos … ?, vós … ?, eles coçaram – caderno de português do Dudu, 11 anos, aprendendo o pretérito-mais-que-perfeito.

O caminho da salvação está numa boa coçada – rabeira de caminhão

Entre e coce – de um sex-shop no interior da Paraíba.

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Lori Earley

lori earley
Lori Earley pinta retratos clássicos… mas sempre com desconfortável toque de distorção. A pintura de Earley lembra em muito os retratos de Modigliani, mas o que a difere do mestre italiano e sem dúvida a áurea pop e ao mesmo tempo soturna de seu trabalho. A artista sempre fotografa seus modelos na pose que deseja explorar e a partir deste retrato faz o quadro a óleo gerando distorções principalmente nos olhos e no pescoço. O estilo hiper-realista, sobretudo na maneira como pinta pele das modelos e os fundos de seus quadros, faz com que as distorções ganhem ainda mais impacto.

site Lori Earley

Modigliani

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Schizophrenia - Sonic Youth

“I can feel it in my bones
Schizophrenia is taking me home”

nota do editor: Farinha quando enviou o material comentou “é antigo, mas é lindo!”

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alias - sixes last

brilhante e assustador! coisas orgânicas que dão um ruim! Um dos vídeos com a melhor intregração entre captação e pós-produção que já vi!

fonte: ZéRiba

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Mutantes - 17/03/07 - Curitiba Master Hall - Curitiba - PR (Por Nego Lee)

18 03 07 0020 - 18 03 07 0020
Sério agora: eu nunca vi um show como este na vida. Veja bem: eu não disse que foi o melhor, o pior, o mais quente, o isso ou aquilo. Disse que eu nunca vi um show como este na vida, tão simpático e, principalmente, com o povo da nossa fria Curitxiba pedindo bis após bis, gritando sem parar, unânime, em uníssono e o escambau.

Chegamos às 23h00 no local, prontos para encerrar com tudo um belo dia iniciado à base de barreado no Armazém Santa Ana e churrasco na vó do amigo P7. Uma hora depois, a banda subiu ao palco e, sem respirar, tascou “Caminhante Noturno” numa casa lotada de gente entusiasmada. Daí até o final da festa, foi um desfile de diliças.

Rita Lee faz falta, mas não fez falta. Sérgio Dias é metido a star, mas pode se dar ao luxo de ser, sem se preocupar (ainda mais envergando sua lendária guitarra bonitona). Arnaldo Baptista, bem, é gênio. Mesmo não tocando mais nada no palco, mal ficando sobre as pernas ou conseguindo acompanhar as cantadas. Foda-se: ele é demais.

Para não cometer injustiças, Dinho e Zélia Duncan fizeram o que tinham que fazer: mandar bem, sem atrapalhar ou aparecer. Aliás, ponto também para a banda de apoio, dando toda a força necessária para as horas que os manos da terceira idade não conseguiam mais fazer o mínimo que alguém do mundo do rock precisa apresentar.

Desta feita, a noite teve tudo o que era esperado do duo/trio. Em desordem de set list, (uma deliciosa) “Ando Meio Desligado”, (uma vigorosa) “Top Top”, (uma simpática) “El Justiceiro”, (uma suave) “Desculpe, Babe”, (uma chatinha) “Bat Macumba”, (uma imponente) “Panis Et Circenses” e (uma dose dupla de) “Technicolor”, entre outras.

E mesmo em meio de toda esta bela relação de canções, nada foi como ela: “Balada Do Louco”. Seja em disco, cedê, emepetrês, ao vivo, ao morto, à capela, na voz e violão, caixinha de fósforo, karaokê ou rabecão, esta é uma obra que sempre vai me dar arrepau no pio em qualquer dia, hora ou lugar. E assim foi, assim seja e assim será.

Valeu. : )

“(…) À rota do ano-luz/ Calculo dentro do passo/ Minha dor é cicatriz/ Minha morte não me quis/ (…) Meu sangue é de gasolina/ Correndo não tenho mágoa/ Meu peito é de sal de fruta/ Fervendo num copo d’água…” - “2001″ (Rita Lee/Tom Zé)

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ultraeco - raul machado

Velho amigo Raul Machado fugindo momentaneamente do universo dos video-clips pra fazer “mais ou menos” uma propaganda, mas mantendo a mesma insanidade de sempre. Bom, e o produto… só podia ser este.

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A colher de papel

colher - colher
Faz dois anos. Um dia parei de correr atrás do pão-nosso e comecei a passar
mel nele. Assim, escrevi o meu primeiro texto meio sem saber. Fui mandar um
e-mail próximo para um amigo distante. Queria contar uma história sobre
envelhecer, mas no meio do relato brotou uma idéia e, pra alegrar, coloquei
Sônia Braga no enredo.

Sabem, não estava nem um pouco feliz com minha novela na época. Vivia longe
de meu filho e esposa. Trabalhava, ou melhor, me enterrara num porão, dormia
de favor no apartamento de um morto e na madrugada insone pensava em me
juntar ao proprietário. Por sorte, antes de virar finado, virei Pinguela.

Não feliz com a realidade, inventei uma para mim. Escrevi os primeiros
textos quase como quem psicografa um pedido de socorro. Os temas eram
alegres, vivos, escrachados, leves como deveria ser minha vida. Falava de
coisas várias, como Sônia, porcos, bundas, mineiros soterrados, mas em cada
um havia uma mensagem de luz no fim do túnel. Eu não era só um fodido num
porão. Eu não era um casamento no fim. Um pai longe do filho. Uma
assombração de mim mesmo. Eu escrevia.

De lá para cá, muita coisa aconteceu. O que começou com um e-mail para um
amigo virou mais de 500 crônicas, blog, coluna na VIP, figura fácil em boca
sorridente. “Pau neles, Pinguela!” Percebi que, escrevendo, eu sou melhor.
Menos porco-espinho social e mais agulha na ferida. Um bêbado me chamou de
herói de classe operária. Uma louca, de irmão. Outro retido, de cuzão de
merda. Entre um e outro, tento ir ficando melhor na foto.

Voltei a Curitiba, ao casamento, ao “de bem comigo”. Há dois anos escrevia
um texto por semana, hoje são quase quatro. Escrevo sobre tudo que gosto e
do que não gosto. Como aqueles loucos que implicam com quadros tortos na
parede, tento pôr esse meu mundo no esquadro. Achar poesia no móvel usado,
simpatia no cara chato, bunda boa na falta de assunto e Deus em entrelinhas.
Meu pastor é um texto rascunhado num papel amassado. Nele, como um velho na
cadeira de balanço, me entendo e me embalo.

Outro dia vi um filme bom. Um cara inocente é condenado injustamente à
prisão perpétua. Sua existência será conviver com gente presa, carcereiros
ruins, um diretor canalha, barras de aço frio e muralhas de pedra bruta. No
primeiro dia da pena, o cara arruma uma colher. Vinte anos de rotina e
brutalidade se passam e uma manhã o cara desaparece de sua cela. Ninguém
sabe para onde foi o prisioneiro. Até que rasgam um pôster de mulher bunduda
na parede e, para espanto geral, ali na rocha escura se vê um longo túnel
para a liberdade.

Ontem um camarada que me conhece pouco e sempre me vê escrevendo em toalhas
de papel, caderninhos e guardanapos me perguntou:

– Pinguela, o que você tanto escreve, porra?

Respondi ao grosseirão:

– Não estou escrevendo.

– Não?

– Cavo um túnel com colher de papel.

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anão+david lynch+saudades dos velhos tempos!!!!!

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Instantâneos

fantauva - fantauva
Os dois não se falam, mas vão todos os dias à mesma padaria que iam quando estavam juntos. Ele não sabe, mas ela sempre chega logo depois dele, senta no mesmo lugar em que ele estivera há pouco, e pede para que não recolham a xícara usada que ainda está sobre a mesa. Às vezes, ela imagina as conversas que teriam.

Mazinho é estudante de ciências sociais e acredita na causa dos oprimidos. É vegetariano, milita na PETA, vota na esquerda, odeia os EUA e a TV Globo, assina Caros Amigos e lê Noam Chomsky. Desesperado, resolveu fazer terapia para se livrar do vício de buscar na internet sites de pornografia infantil.

Helena adora brincar com os homens. Por isso, troca de namorado a cada dois meses. Segundo ela, depois de dois meses de uso qualquer homem fica com um gosto de enjoativo. “Algo como uma Fanta Uva quente, sem gás”, diz.

Todas as amigas dizem à Laís que agora sua vida está bem melhor. Aos 41 anos, está bem no trabalho, bonita, alto-astral e tem um caso com um designer bom de cama, carinhoso e seis anos mais novo. Porém, nenhuma amiga sabe que, desde que se separou, Laís corda sempre no meio da noite e não consegue pegar mais no sono. Sente falta do ex-marido. Era um canalha, é verdade, mas a escutava como ninguém.

Euclides é engenheiro e odeia seu nome. Nas festas se apresenta como Eduardo. Acha que este nome lhe trará mais sorte com as mulheres. Euclides tem 38 anos e nunca namorou ninguém. Seu maior medo é ficar sozinho para resto da vida.

Flávia descobriu aos 30 anos que todas as suas amigas já haviam tido uma experiência homo. Resolveu não ficar pra trás e, numa festa, após seis taças de vinho, ficou com Geovana, 25, uma dentista estrábica. Flávia gostou da experiência, mas achou melhor ainda perceber que Geovana não era tão boa de cama e que demorava mais tempo para gozar do que ela.

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20.000 visitas no blog da corporação fantástica ! urra meu !

20.000 visitas no blog - 20.000 visitas no blog
1 - o negócio ta ficando quente. várias marcas consagradas mundialmente como levi’s, apple, prada, virgin, aerolineas colombianas e um sheik árabe já nos procuraram com o intuito de colocar um banner em nosso blog. a resposta sempre foi a seguinte: ” escuta aqui manézão ! a gente não somos o you tube não rapá ! quer botar banner poluidor visual com a tua marca ? fala com o larry page… péra aí que te dou o telefone dele”.
2 - vou aproveitar esta super-ultra -mega audiência do blog pra mandar um recado pra minha mulher. aí vai… bianca meu amorzão você é muito linda e mora no meu coração, te amo de paixão. massa!
3 - queria mandar um parabéns para o idealizador e editor do blog corporativo fantástico, o senhor carlão busato. grande pessoa esta, o carlão busato.

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João Pedro de Andrade - Novo Colunista

foto - foto

O blog.corporacaofantastica.com tem o prazer de “introduzir” a todos seu mais recente colunista, João Pedro de Andrade. Pessoa estranha e com um nível de demência suficiente para escrever por aqui. Prefere atender sob a alcunha de um heterônimo, como pinguela e nego lee. Vai saber!

João de Andrade também assina o blog a “Sede do Peixe

João por ele mesmo:

“João Pedro de Andrade tem 32, pança de 45 e, desde os 20, sofre com queda de cabelo. É flamenguista e anda a procura de uma nega chamada Tereza. Mineiro, acha que o que explica as marés é o desejo do mar de chegar até Minas (esse papo de fases da lua é coisa de astrônomo paulista…). Nas horas vagas, João Pedro de Andrade usa o pseudônimo de Allan, é antropólogo, e estuda gente esquisita.

Atualmente, o rapaz escreve num blog chamado A Sede do Peixe (a-sede.blogspot.com) e está aprendendo piano, onde já toca três músicas pela metade (uma dos Beatles e duas do Radiohead). ”

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Frog Explica

sapo - sapo
Sapo me dá nojo. Bem, não é nojo, igual publicitário: é medo. Não MEDO, assim, sério, só meda, sabe?

Então, ontem, cagando, me toquei… Espera, essa frase não ficou nada boa. Nada boa mesmo. De novo… Então, ontem, cagando, me toquei de uma cousa: sapo é trauma que vem da infância. Como? Sim! Como não? Olha só…

“Sapo, sapo, na beira da lagoa, não tem, não tem…”

“Sapo jururu na beira do rio…”

“Sapo não lava o pé, não lava porque não quer…”

Mas não é só/E o que é pior: em uma das piores lembranças da minha vida - a morte da Vó Lindamir - havia sapo para caralho. Atrás da capela do velório, em volta de tudo e de todos, dos olhos e orelhas na noite, na mente até hoje: sapo, sapo e sapo.

Deve ser por isso que eu não gosto do filme “Magnólia”.

Deve ser por texto ruim assim que eu não gosto mais de mim escrevendo aqui.

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Dia 8 de março!

Em homenagem ao dia internacional da mulher e para provar que os brutos colunistas do blog.corporacaofantastica.com têm sentimentos (incluindo a Giovana Madalosso). Passaremos o dia de hoje com este visual… digamos… mais femenino….

“Ser um homem femenino, não fere o meu lado masculino” (Pepeu Gomes)

veja como esteve a página até da 00h as 18h do dia 08

Picture 2 - Picture 2

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BemLegaus!

André Montejorge (Zero Cinco) criou um Blog de nome curioso… o BemLegaus. A idéia é simples e atrativa… ele garimpa e publica posts de diversas bobagens deliciosas criadas por designers, que provavelmete têm muito tempo ocioso, e que segundo o critério de MonteJorge são, bem legais.

Punch Coffee Mug
punch - punch

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Stephan Doitschinoff

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Apesar do nome búlgaro Stephan Doitschinoff é brasileiro. Figura célebre no segregado mundo dos designers, Stephan tem um trabalho pra lá de singular. Influenciado por motivos religiosos, candomblé, umbanda, folclore, Albert Dürer, gravuras alquímicas e sobretudo pela arte devocional medieval… O artista trabalha diertamente com a auto-sabotagem e a indolência.

E assim, por entre rainhas, cavaleiros, santos e flores Stephan já expôs nos EUA, Inglaterra, Espanha e Alemanha.

O Baterista Igor Cavaleira e encomendou 10 quadros para o encarte do último CD do Sepultura (não sei se isto é ponto a favor ou contra).

Confira o site do artista:
http://www.stephandoit.com.br/
Destaque para a série que retrata a Divina Comédia de Dante.

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Michel Gondry e o cubo mágico!

Apesar de ser, talvez, o maior diretor de cena da atualidade, Michel Gondry também tem tempo para pequenas insanidades artísticas. Seu profile no youtube tem somente dois vídeos… mas bastante intrigantes e carregados do humor sarcástico e surreal típicos de seu trabalho. Brincando com cubos mágicos, estes mesmos que permearam a infância dos trintões de hoje, ele transforma bobagem em puro devaneio visual.

P.S. Veja também os responses… que tentam desvendar os métodos de Gondry.

Michel Gondry Solves a Rubiks Cube with his Feet

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